A EVOLUÇÃO DO PRONTUÁRIO ELETRÔNICO

A UTIL acredita que a tecnologia traz organização e eficiência à saúde. Movida pela inovação.


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Ainda aguardamos o tal engajamento do paciente

O envolvimento do paciente em seu cuidado médico é uma das principais metas do profissional de saúde porque há a crença de que isso leva a um melhor resultado no tratamento.  O chamado “empoderamento do paciente” é um termo usado com frequência no passado recente, mas pouco é dito sobre como podemos tentar empoderar o paciente de fato.

A NEJM Catalyst promoveu uma pesquisa envolvendo 340 hospitais, executivos da saúde, líderes de clínicas e médicos.  Nela, foi constatado que mesmo que 25% dos entrevistados tenham demonstrado estar altamente engajados nas decisões de cuidados, apenas 9% estavam no nível máximo de envolvimento no que diz respeito aos procedimentos adotados no cuidado clínico.

O estudo aponta para uma série de correlações entre as características de um paciente e o nível de engajamento do mesmo.  Uma das mais claras é a correlação entre os dois quando o fator de influência é a idade do paciente, conforme (gráfico em inglês):

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A internet já oferece algumas ferramentas que ajudam o tão almejado engajamento, ex.: portais de perguntas e respostas sobre a saúde, busca por profissionais e agendamento online de consultas, entre outros.  Porém, o setor é unânime quando diz que os prestadores podem trabalhar para oferecer uma comunicação bem mais ampla a partir desses recursos.

A maioria dos entrevistados acredita que a melhor solução para esse problema é ter médicos, enfermeiros ou outras partes do staff que possam passar mais tempo com os pacientes.  Outros mecanismos de comunicação como e-mails e sistemas de mensageria também podem contribuir para a melhoria na comunicação entre médicos e pacientes.

De uma forma geral, aínda há diversos desafios a serem vencidos para alcançarmos o almejado engajamento (gráfico em inglês):

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Fica claro que a tecnologia tem (e continuará a ter) um papel central na promoção de um envolvimento maior do paciente no seu cuidado, principalmente na tentativa de resolução de um enorme gargalo: a ausência de sistemas que incentivem o paciente a engajar.  A relação entre o setor, pacientes e desafios podem ser analisados em mais detalhe no estudo da NEJM nesse link.


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Google Alphabet prioriza a saúde, e isso empolga

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Quando uma das empresas mais inovadoras do mundo comunica a maior reestruturação desde sua fundação, o mercado presta atenção.  Na segunda-feira (9), a Google anunciou a criação da Alphabet, uma nova empresa organizada de tal forma que será uma espécie de matriz (parent company) que gerenciará a própria Google e outras empresas do grupo.  Larry Page e Serger Brin, sócios-fundadores da Google, serão CEO e Presidente da Alphabet, respectivamente.

O pivô dessa transformação é a necessidade da empresa de organizar diversas atividades díspares sob uma única estrutura coesa e que faça sentido para os acionistas.  No olho do furação está a saúde, e a notícia é bastante empolgante.  Projetos de life-sciences serão priorizados pela empresa: exemplos como lentes de contato que monitoram o nível de glucose e a Calico, empresa do grupo que “foca a resolução de doenças” (conforme Page), farão parte da Alphabet.

Outra empresa da Alphabet é a Google X, o braço empreendedor do gigante de tecnologia.  Foi na Google X que nasceu o Google Glass, entre outros projetos revolucionários; e é sob a Google X que a empresa investe em um estudo para entender melhor o corpo e genomas humano.  Da mesma forma, a Google Ventures, o braço investidor (e que também fará parte da Alphabet) da empresa, gastou um terço de seu orçamento total de investimento em iniciativas ligadas à saúde.  A priorização da saúde é clara!

O mercado da saúde torna-se cada vez mais atraente para o investimento, que muitas vezes é proveniente de outros setores sem ligação direta à saúde.  Com o aumento de complexidade e custos ao longo do tempo, e a difícil missão de reverter esse quadro, a promoção de melhorias através da tecnologia torna-se imprescindível.  As possibilidades são diversas e empolgantes quando pensamos na integração de serviços já existentes (e futuros a serem lançados) da Google com os macanismos já existentes nas rotinas dos profissionais de saúde.  Toda iniciativa que visa melhorar processos e simplificar rotinas terá um impacto real e importante na indústria da saúde, desde médicos independentes até a gestão de ambientes complexos como hospitais.

Veja o post original aqui.


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Mercado de soluções de prontuário eletrônico permanece forte

O mercado de serviços de prontuário eletrônico está a todo vapor nos EUA: atingirá $35 bi até 2019. A competitividade está em alta, mas a consolidação de players é inevitável. A chave é, como sempre, oferecer uma plataforma que realmente agregue valor ao usuário.

Três pontos importantes que players no mercado devem priorizar para buscar o sucesso são: (1) mobilidade; (2) uso de soluções em nuvem; (3) interoperabilidade. O papel da interoperabilidade é substancial, mas investimentos necessários na área às vezes desestimulam a adoção de padrões de comunicação intersistemas.

O fator segurança da informação também tem um papel importante na avaliação de soluções de prontuário eletrônico. O Core atende a todas essas tendências, e estamos muito ansiosos para mostrar a solução ao mercado.

Veja o artigo original (em inglês) aqui.