A EVOLUÇÃO DO PRONTUÁRIO ELETRÔNICO

A UTIL acredita que a tecnologia traz organização e eficiência à saúde. Movida pela inovação.


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Gamification na saúde: o que é isso?

O termo gamification em inglês se traduz livremente como ludificação – o exercício de incorporar conceitos originalmente restritos aos jogos eletrônicos a outros ramos tidos como mais “tradicionais”.  A grande maioria dos conceitos de gamification estão ligados ao conceito da recompensa – ao fazer x, você ganha y.  Mas como que isso pode ser aplicado de forma coerente na saúde?

Sempre Health é um excelente exemplo de como o uso de gamification na saúde pode transformar o mercado de uma forma fundamental.  A empresa parte do princípio que o approach massificado de precificação de planos de saúde (por exemplo), medicamentos em farmácias, etc. não faz sentido porque cada individuo é exatamente isso – um indivíduo – com diferentes hábitos de saúde, higiene, estilo de vida, etc.

O paralelo pode ser traçado no caso do desconto no seguro automóvel para bons motoristas: os cuidadosos merecem pagar menos no prêmio anual.  A Sempre Health usará dados de PHRs, entre outras fontes, para “medir” a saúde de indivíduos e recompensar os que têm bons hábitos nesse sentido; há mais detalhes da metodologia aplicada pela empresa no website da mesma.

Essencialmente, a Sempre Health começa a permitir que o indivíduo tenha um estímulo real para melhorar os hábitos relacionados a sua saúde para que consiga usufruir de forma direta em subsídios para seus gastos no setor.  Outras empresas do mercado americano também buscam meios de engajar o paciente através de sistemas de recompensa com origens em gamification.  Ambas GoodRx e Blink Health também têm iniciativas similares, mas não tão personalizadas e focadas.  A GoodRx oferece um serviço inteligente de comparação de preços de medicamentos em diversos pontos de vendas.  Já a Blink Health oferece comparativos de preços no e-commerce e a localização das farmácias mais próximas para a retirada do pedido ao usar geolocalização do dispositivo do usuário.

A gamification pode não só trazer um fator “divertido” ao setor da saúde, mas também benefícios palpáveis e diretamente mensuráveis, ex.: redução de custos através da personalização da experiência do usuário, bonificação por comportamentos desejados, entre muitas outras possibilidades.  Deve existir o cuidado de não exagerar na dose dos elementos de ludificação, mas certamente há valor na iniciativa se for implementada da forma correta e coerente para o usuário final.

Veja o post original (em inglês) aqui.


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Como que serão os prontuários eletrônicos em 2020?

Como em qualquer outra tecnologia, é difícil prever exatamente a direção na qual o desenvolvimento do prontuário eletrônico seguirá.  Em uma tentativa de oferecer uma visão do que será ideal no futuro (conforme o nosso entendimento de hoje), uma força-tarefa da AMIA (American Medical Informatics Association) listou algumas recomendações que devem guiar o desenvolvimento da tecnologia até o ano de 2020.

Uma das principais recomendações é para que o software do futuro tenha o paciente como peça central do desenvolvimento e operação.  Apesar do “bom” prontuário eletrônico precisar atender primordialmente ao cliente (que. nesse caso, é o profissional de saúde), o “ótimo” prontuário também levará em conta as necessidades do paciente de uma forma íntegra.

A AMIA nos traz 5 recomendações que formarão as boas práticas no setor para o desevolvimento de software:

1. Simplificar o input de dados: priorizar as informações inseridas pelo profissional de saúde, e integrar a estas os dados que poderão vir a ser inseridos pelos pacientes também;

2. Alinhar a regulamentação do setor: medidas para aumentar a transparência, melhorar a troca de dados via a interoperabilidade, reduzir o re-trabalho e priorizar o paciente devem ser priorizadas;

3. Aumentar a transparência e agilizar a certificação: definir claramente as regras de certificação e informá-las de forma pública aos diferentes interessados;

4. Promover a inovação: a programação por trás do software deve ser feita de forma que promova a inovação através da colaboração entre inovadores, pesquisadores e pacientes;

5. Dar suporte ao cuidado continuado: deve haver estímulo à integração do prontuário eletrônico além do cuidado simples do paciente para que outras áreas (ex.: homecare, especialistas, laboratórios, farmácias, etc.) também integrem esse ecossistema de forma que isso promova o cuidado continuada de forma holística.

A UTIL desenvolveu o Core alinhada com os princípios acima que estão sob o nosso controle.  O foco no paciente com o objetivo de fomentar o cuidado continuado são princípios que norteiam o desenvolvimento da solução, que estará disponível em breve.

Veja o artigo original (em inglês) aqui.


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Mercado de soluções de prontuário eletrônico permanece forte

O mercado de serviços de prontuário eletrônico está a todo vapor nos EUA: atingirá $35 bi até 2019. A competitividade está em alta, mas a consolidação de players é inevitável. A chave é, como sempre, oferecer uma plataforma que realmente agregue valor ao usuário.

Três pontos importantes que players no mercado devem priorizar para buscar o sucesso são: (1) mobilidade; (2) uso de soluções em nuvem; (3) interoperabilidade. O papel da interoperabilidade é substancial, mas investimentos necessários na área às vezes desestimulam a adoção de padrões de comunicação intersistemas.

O fator segurança da informação também tem um papel importante na avaliação de soluções de prontuário eletrônico. O Core atende a todas essas tendências, e estamos muito ansiosos para mostrar a solução ao mercado.

Veja o artigo original (em inglês) aqui.