A EVOLUÇÃO DO PRONTUÁRIO ELETRÔNICO

A UTIL acredita que a tecnologia traz organização e eficiência à saúde. Movida pela inovação.


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O manual do Core está no ar: conheça as nossas FAQs.

O Core é uma plataforma com profundidade e bastante rica em inteligência médica – há bastante valor a ser descoberto no nosso prontuário eletrônico.  Visando ajudar aos nossos usuários conseguirem extrair o potencial máximo do Core, preparamos uma página de FAQs – Frequently Asked Questions.

A página serve como um manual de uso e e tem instruções passo-a-passo para as principais funcionalidades da plataforma.

Confira já, a página está no ar aqui.

E, como sempre, a equipe da UTIL está disponível através dos nossos diversos canais de atendimento, seja nas nossas páginas nas principais redes sociais, ou através da seção “Contato”, na nossa homepage.

Estamos à disposição!

 

 


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O Core está no ar!

 

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É com muito orgulho que a UTIL apresenta a evolução do prontuário eletrônico

Conheça o Core:

  • Acrônimo de Communication and Records Management, é uma plataforma digital inédita para registro, compartilhamento e análise de informação;
  • Concebido por profissionais de saúde para profissionais de saúde;
  • Experiência de uso inovadora e intuitiva que padroniza e personaliza consultas médicas e estrutura dados clínicos;
  • Oferece suporte à decisão clínica.

O Core já está disponível para uso por médicos e outros profissionais de saúde.

E tudo isso de forma gratuita!

Conheça melhor a plataforma AQUI.

Ou cadastre-se já AQUI e comece a usar agora mesmo.

Voltaremos com novidades em breve!


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5 forças transformadoras no setor da saúde

O segmento da saúde vivencia um período de mudança e cinco novos fatores estão levando a este novo desenvolvimento, segundo pesquisa da PwC.  Com mais poder de barganha, o paciente começa a ser o verdadeiro centro gravitacional de um complexo e interligado sistema.

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O relatório, feito pela Health Research Institute da PwC, diz que o segmento da saúde está a tornar-se mais integrado, e que com isso há mais espaço para a inovação na medida que novos players adentram o mercado.  Após décadas de uma conhecida resistência à mudança, o segmento agora é forçado a conviver com uma série de novos desenvolvimentos tecnológicos que ocorrem rapidamente, e em simultâneo.

“O sistema moblog-pic42dular, onde os consumidores podem escolher o que querem de acordo com suas necessidades de cuidado e restrições financeiras, é muito mais acessível para novas empresas que podem ocupar um espaço no mercado sem ter que controlar, possuir ou entender o todo’’, diz a PwC. “O sistema é mais dinâmico, responsável com os consumidores e fértil para a inovação.”

Há 5 forças transformadoras no setor da saúde que devem dominar o panorama de evolução no futuro, conforme:

A influência crescente do consumidor

Os pacientes têm mais acesso a dados e estão motivados a achar as opções dentro do segmento da saúde que beneficiam a eles próprios, e que caberão em seus bolsos. A transparência de preços permite a eles comprarem bens e serviços com confiança.  No mais, plataformas que conectam e informam aos consumidores estão se tornand cada vez mais acessíveis.

A transição para o tratamento baseado na qualidade

Esse fator é o que provavelmente produzirá os resultados imediatos e em escala mais expressivos.  Segundo o relatório, em função da pressão por parte dos Centers for Medicare & Medicaid Services que pleiteiam a rápida implementação de programas alternativos de pagamento, novas fontes de transformação no segmento da saúde podem surgir desse ponto de partida.

O aumento do uso da tecnologia

Além da adoção de sistemas de prontuário eletrônico, outras tecnologias têm um impacto real sobre o setor, a forma como os médicos fazem os tratamentos e como os pacientes podem se conectar com os outros players do sistema. Plataformas que fazem uso de inteligência artificial (como o Watson, da IBM) e a medicina de precisão e genômica, por exemplo, aumentam a capacidade da saúde individualizada virar uma realidade.

Descentralização do tratamento

O monitoramento remoto de pacientes e clínicas virtuais que levam o tratamento aos pacientes (ao invés de obrigá-los ao deslocamento) devem revolucionar o segmento. Isso significa que os consumidores podem solicitar serviços de saúde onde e quando quiserem.  Resta que a regulamentação de saúde acompanhe as mudanças, pois essas serão inevitáveis.

Aumento do foco em bem-estar

Diversos participantes do sistema, como pacientes, planos de saúde e outros profissionais do sistema poderão se beneficiar com essas mudanças.  Deverá haver cada vez mais ações como encorajar os pacientes a comer melhor, se exercitar, etc. visando a melhoria da saúde individual.  O papel dos wearables, IoT (Internet of Things) aqui pode ser essencial.  No final, o resultado composto de todas as tendências trará benefícios a todos.

Veja o artigo original (em inglês) aqui.


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O uso do prontuário eletrônico pode levar o médico ao “burnout”?

Nos EUA, médicos ficam em média metade do seu tempo entre o uso de sistemas e processos burocráticos e somente aprox. 27% prestando cuidado ao paciente. Pesquisas indicam que desenvolvedores de prontuários eletrônicos precisam focar em formas de possibilitar que o médico volte a sua atenção à relação com seu paciente.

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Para cada hora que um médico passa frente a frente com um paciente, duas adicionais precisam ser investidas até o final do dia em documentação e entrada de informações em sistemas de prontuário eletrônico, conforme pesquisa publicada no Annals of Internal Medicine.  No final das contas, a pesquisa sugere que um eventual burnout dos médicos (extrema exaustão que acarreta em sintomas físicos e/ou neurológicos) pode ser ligado à necessidade dos processos burocráticos de documentação.

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“O tempo que o médico gasta com a interação com seus pacientes é um poderoso determinante de sua satisfação profissional; enquanto o tempo gasto com papelada e ao computador implicam na menor disponibilidade para cuidar do paciente”, diz o artigo especializado.  Mesmo assim, não há dados concretos, de forma consistente e massificada, sobre o breakdown de uso de tempo dos médicos.

As conclusões da pesquisa apontam que recursos tecnológicos como a possibilidade de ditar a anamnese para que seja intepretada e convertida em texto, por exemplo, drasticamente melhoraria a atenção dada aos pacientes.  Outros recursos que automatizem processos internos também são benéficos.

Foi com isso em mente que a UTIL Healthcare desenvolveu o Core, plataforma digital com lançamento programado para o mês de outubro desse ano.  Através de um mecanismo de atendimentos em tempo real, o Core permitirá que o médico evolua seus pacientes em tempo real, durante a consulta, com poucos cliques.  Os dados inseridos serão automaticamente estruturados e organizados de forma que virem informação útil para a tomada de decisão do médico.  O objetivo é, e sempre será, aproximar o médico de seu paciente através da tecnologia; e não tê-la como barreira para essa aproximação.

Veja o artigo (em inglês) relacionado aqui.


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Estará a saúde móvel prestes a “explodir”?

O ramo da saúde móvel (“mHealth”) não é novidade, mas tampouco é uma área que já conseguiu ter um impacto real no cotidiano.  Por ora, apps médicos podem ser, de forma simplista, divididos em 2 principais grupos, determinados pelo foco das soluções apresentadas: os EHRs, ou Electronic Health Records (vulgo “prontuário eletrônico”, muitas vezes só acessado por médicos e profissionais de saúde); e os PHRs, ou Personal Health Records (apps e plataformas direciondas à saúde e bem-estar do indivíduo).

Também pode ser argumentado que uma divisão conforme a sugerida acima é demasiada simples, e há algum mérito na crítica.  Porém, o que se vê é uma relativa segmentação do mercado exatamente nessa direção.  São poucos os apps ou plataformas disponíveis no mercado que integram ambas as funcionalidades com maestria.

Mais recentemente, há corrente crescente com uma opinião em comum: independente do foco da plataforma em questão, haverá uma convergência de ambos os modelos de ataque da saúde móvel.  E, no final das contas, ambos médicos (e outros profissionais de saúde) e pacientes se beneficiarão dessa tendência.

O infográfico abaixo, em inglês, demonstra o cenário positivo que se desenrola nos EUA:

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Fonte: Float Mobile Learning

Fica claro que o interesse no desenvolvimento da mHealth agregará valor real a ambos médicos e pacientes.  No mais, a estrutura para a “explosão” da saúde móvel já está praticamente instalada – agora resta que as soluções de software desenvolvidas superem as expectativas dos envolvidos.

 

 


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A teoria econômica, a tecnologia, e o prontuário eletrônico

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Opinião UTIL

Nuno Morgado | Sócio na UTIL Healthcare


A teoria econômica sugere que o uso da tecnologia em qualquer processo, seja esse de uma indústria de manufatura ou de provisão de serviços, é a única forma de aumentar a produtividade real do mesmo a longo prazo.  O uso incremental de outros recursos pode trazer benefícios a curto prazo, mas essa estratégia (normalmente) tem ganhos sucessivamente menores (Lei dos Rendimentos Decrescentes).

O curva da PPF (Production Possibility Frontier) acima é relevante nesse contexto.  Se presumirmos o pleno e eficiente uso dos recursos disponíveis, as combinações de produção e/ou provisão são ilustradas no gráfico ao longo da curva na cor laranja (na forma dos pontos A, B ou C).  Porém, se quisermos atingir um novo patamar (ex.: ponto Y), forçosamente precisamos de maior produtividade, e é exatamente aqui que o uso inteligente da tecnologia é importante.

O setor da saúde é um exemplo prático para exemplificar as teorias propostas. Um gestor de uma unidade pode, a curto prazo, se beneficiar por contratar mais enfermeiros, por exemplo.  Porém, a longo prazo, seu benefício marginal certamente cairá se a produtividade (simplesmente definido como resultado por pessoa por unidade tempo) não for priorizada.  Fica claro aqui o importante papel do uso do prontuário eletrônico e seus desdobramentos para propiciar exatamente esse aumento de produtividade.

Do estudo referente ao uso da tecnologia de prontuários eletrônicos que contemplou aproximadamente 2.000 estabelecimentos no ramo (TIC Saúde 2014), algumas conclusões podem ser traçadas.  O estudo coletou informações de aprox. 2.000 estabelecimentos de saúde que declararam ter utilizado a internet nos últimos 12 meses em relação ao momento da entrevista.

O estudo revelou, entre outros, que:

  • 25% do setor privado usa soluções unicamente em papel, versus 69% no setor público;
  • Aproximadamente um terço (~35%) do setor privado alega usar somente o modelo eletrônico de prontuário do paciente;
  • 75% do setor privado usa algum tipo de prontuário eletrônico.

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Apesar das estatísticas acima apontarem para uma saudável penetração de uso de algum tipo de sistema eletrônico para a gerência das informações dos pacientes, temos que ter cautela para não as considerarmos como verdades absolutas.

Basta falar com alguns médicos e profissionais do ramo para constatar a predominância da insatisfação com sistemas que não atendem às necessidades reais; e ausência de algo que realmente se insira na rotina desses profissionais.

Se olharmos um pouco mais o detalhe da pesquisa, concluímos que aínda existe muito a fazer na implementação digital do prontuário eletrônico.  Vejamos dois exemplos:

  • Apesar de 73% dados cadastrais estaram disponíveis eletronicamente, esse tipo de informação por si só agrega pouco valor ao médico (e até mesmo ao paciente);
  • Informações muito mais relevantes como alergias (31%), anotações da enfermagem (27%) e sinais vitais (25%) têm níveis de disponibilidade eletrônica bem mais baixos.

A conclusão é que aínda temos um longo caminho a trilhar antes de considerarmos que o nosso mercado está “digitalizado” na questão do prontuário eletrônico.  As estatísticas da referida pesquisa são somente isso – estatísticas – e o fato é que elas são interpretativas e não revelam a realidade do cotidiano da saúde no país.  Existe uma lacuna fundamental aínda a ser preenchida: a de agregar valor à rotina do médico de forma inteligente e concisa através da interpretação da multiplicidade dos dados coletados.  O modelo atual do prontuário eletrônico no Brasil simplesmente não faz isso.

Veja o post original (no LinkedIn) aqui.

E veja o post relacionado (e o infográfico original na sua totalidade) aqui.


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Entre o médico e o paciente

“Eu preciso ficar perto do paciente e não de um computador”.

É o que boa parte dos médicos e outros profissionais da saúde dizem quando expostos a um sistema de registro eletrônico em Saúde (RES). Afinal, se o foco é o paciente, por que passam boa parte de seu tempo diante de uma tela de computador? Na essência, a pergunta tem sentido. Mas, na prática, é o que realmente acontece: os médicos passam mais tempo perto do computador do que dos pacientes?

Um estudo norte-americano recém publicado em importante revista especializada¹ parece esclarecer, pelo menos em parte, esta questão. Os pesquisadores analisaram  o trabalho de médicos residentes e de médicos assistentes em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de um hospital terciário antes e depois da implantação de um RES. O estudo transcorreu entre 2006 e 2008.

De fato, os médicos, sobretudo os residentes, gastaram quase o dobro do tempo para revisar e anotar dados clínicos no computador, enquanto os assistentes gastaram mais tempo para gerenciamento de ordens. Contudo, tanto o tempo de registro de dados administrativos e burocráticos quanto o usado para buscar informações foram reduzidos substancialmente, uma vez que as informações tornaram-se legíveis, estruturadas e de fácil acesso (em um único local). E o mais importante: o uso do RES não afetou o tempo dedicado aos pacientes, aos familiares e às equipes multiprofissionais.

O estudo conclui que, ainda que tenha exigido maior atenção por parte da equipe médica, o RES  aumentou a eficiência da equipe sem distanciá-la do paciente.

Fica a pergunta: se bons resultados como estes foram alcançados com uma tecnologia distante quase uma década de nós, o que não poderia fazer um sistema desenhado nos dias de hoje, dedicado às necessidades clínicas e que auxilie na tomada de decisão?

E fica a certeza: a tecnologia, irremediavelmente, posicionou-se entre o médico e o paciente. Seu único fim: ajudar.

¹ Carayon P, Wetterneck TB, et al. Impact of electronic health record technology on the work and workflow of physicians in the intensive care unit. Int J Med Inform. 2015 Aug; 84(8):578-94.


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O que podemos aprender com o comportamento dos médicos nas redes sociais?

O uso de redes sociais é uma realidade para a maioria da população online de hoje.  Só o Facebook, líder no quesito, tem 1,4 bilhões de usuários ativos no mundo.  Os médicos (e outros profissionais de saúde) não são exceção à essa tendência de uso de ferramentas sociais na internet, mas a natureza de suas profissões traz à tona algumas questões mais delicadas que precisam ser consideradas.

Culturalmente, o brasileiro tem uma imensa dificuldade em separar a sua vida profissional da pessoal, e isso inevitavelmente acaba tendo um reflexo direto no comportamento online das pessoas.  Os médicos brasileiros não são exceção à regra, mas devido à natureza da profissão e das questões que envolvem a ética de trabalho e confidencialidade dos pacientes, esse uso indiscriminado pode trazer sérias consequências.

Como no Brasil as redes exclusivas para médicos ainda não têm uma massa crítica de usuários, os profissionais acabam utilizando as redes sociais comuns para fins profissionais.  Quando se adicionam os fatores da necessidade de privacidade e da delicada interação com os pacientes via a rede social (seja essa interação pública ou particular), existe o potencial para a criação de um case jurídico para delinear direitos e deveres de cada um envolvido.  Para esse efeito, existe até um guia criado por uma rede social de médicos em conjunto com assessoria jurídica, que pode ser visto aqui.  Porém, os paralelos que podem ser traçados com o uso de um prontuário eletrônico são de maior interesse para essa discussão.

A necessidade de privacidade no uso de um prontuário eletrônico é patente.  Conforme a lei brasileira, o histórico médico de um paciente (prontuário) é de sua propriedade, e só pode ser compartilhado com sua expressa autorização (salvo casos onde exista uma ordem judicial para tal).  Sendo assim, como que os médicos podem achar o ponto de equilíbrio entre o estrito cumprimento da lei, e a necessidade de compartilhar o histórico médico de um paciente com outros especialistas (como, por exemplo, no caso de uma interconsulta) visando a resolução do aparente mal reportado?  Não há resposta fácil.

Você tem alguma experiência com isso?  Se sim, comente!

E veja o artigo original aqui.


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Quando a aparência é tão importante quanto o conteúdo

A idéia de que o conteúdo sempre deve prevalecer sobre a aparência é habitualmente aceita como justa em discussões genéricas sobre os mais diversos assuntos.  Porém, mais recentemente, a importância do design gráfico começa a ter um peso praticamente igual ao do conteúdo quando se trata do user experience proporcionado por um software, seja qual for o seu propósito.

Um excelente conteúdo mal disposto (ou mal representado) por um design antiquado proporciona um user experience fraco.  Nos dias de hoje, onde somos bombardeados constantemente com diferentes informações de diferentes meios, o meio que não possuir um design inovador corre o risco de fracassar independente da qualidade do conteúdo oferecido.

É exatamente isso que Greg Shorr, MD, opina.  Com 4 décadas de experiência em desenvolvimento de interfaces de prontuário eletrônico, Shorr diz que o principal pecado na concepção de soluções de software para a saúde é a tendência de tentar imitar a formatação usada no meio antecessor ao da informática: o do prontuário em papel.

Shorr defende que o objetivo do prontuário eletrônico deve ser “contar a história do paciente”; e que com isso a documentação clínica deve tentar compensar a ausência de conhecimento em assuntos específicos da saúde.  Porém, o que se vê aínda são “soluções” que não solucionam nada, e que apenas forçam ao profissional de saúde digitar dezenas de termos, procedimentos, anotações e etc. em um formato ininterrupto e monótono e consequentemente pouco útil a posteriori.  Shorr está certo que esse modelo de prontuário distancia o médico do paciente, um péssimo resultado para algo que deveria agregar valor à profissão.

É esse paradigma que o Core tenta quebrar.

“A experiência do paciente está intimamente ligada à user experience“, defende Shorr.  O conceito de que o benefício de uma evolução médica para o paciente é proporcional a qualidade da relação médico-paciente é suportada por evidência concreta, e é amplamente defendida pela UTIL.  Acima de tudo, o Core busca aproximar pessoas.  Esse objetivo faz parte do nosso DNA.  Confiamos que a melhoria nessa relação trará benefícios concretos ao cuidado continuado.

Veja o artigo original (em inglês) aqui.


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Como que serão os prontuários eletrônicos em 2020?

Como em qualquer outra tecnologia, é difícil prever exatamente a direção na qual o desenvolvimento do prontuário eletrônico seguirá.  Em uma tentativa de oferecer uma visão do que será ideal no futuro (conforme o nosso entendimento de hoje), uma força-tarefa da AMIA (American Medical Informatics Association) listou algumas recomendações que devem guiar o desenvolvimento da tecnologia até o ano de 2020.

Uma das principais recomendações é para que o software do futuro tenha o paciente como peça central do desenvolvimento e operação.  Apesar do “bom” prontuário eletrônico precisar atender primordialmente ao cliente (que. nesse caso, é o profissional de saúde), o “ótimo” prontuário também levará em conta as necessidades do paciente de uma forma íntegra.

A AMIA nos traz 5 recomendações que formarão as boas práticas no setor para o desevolvimento de software:

1. Simplificar o input de dados: priorizar as informações inseridas pelo profissional de saúde, e integrar a estas os dados que poderão vir a ser inseridos pelos pacientes também;

2. Alinhar a regulamentação do setor: medidas para aumentar a transparência, melhorar a troca de dados via a interoperabilidade, reduzir o re-trabalho e priorizar o paciente devem ser priorizadas;

3. Aumentar a transparência e agilizar a certificação: definir claramente as regras de certificação e informá-las de forma pública aos diferentes interessados;

4. Promover a inovação: a programação por trás do software deve ser feita de forma que promova a inovação através da colaboração entre inovadores, pesquisadores e pacientes;

5. Dar suporte ao cuidado continuado: deve haver estímulo à integração do prontuário eletrônico além do cuidado simples do paciente para que outras áreas (ex.: homecare, especialistas, laboratórios, farmácias, etc.) também integrem esse ecossistema de forma que isso promova o cuidado continuada de forma holística.

A UTIL desenvolveu o Core alinhada com os princípios acima que estão sob o nosso controle.  O foco no paciente com o objetivo de fomentar o cuidado continuado são princípios que norteiam o desenvolvimento da solução, que estará disponível em breve.

Veja o artigo original (em inglês) aqui.