A EVOLUÇÃO DO PRONTUÁRIO ELETRÔNICO

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Qual é o papel do WhatsApp na comunicação no ramo da saúde?

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Quando os dois ticks mudam de cor para o azul, obtem-se a confirmação de que a mensagem foi lida.  A natureza humana nos leva a acreditar que a maioria dos usuários espera uma resposta a curtíssimo prazo; qualquer demora pode levar à frustração e a outros sentimentos de dúvida.

Para qualquer usuário do WhatsApp, o sistema de mensageria mais popular do mundo, a identificação com a passagem acima é imediata.  Mas como que devemos lidar com o uso do WhatsApp no âmbito profissional da saúde?  Não haverá outro método menos invasivo (porém tão eficaz quanto) a ser considerado?

Doctor with smartphone

Do ponto de vista de agilidade de comunicação, o sistema de mensageria atende à necessidade com maestria.  Porém, se pensarmos na segurança da informação, o WhatsApp está longe de ser uma solução aceitável: não sabemos a robustez do “caminho” pelo qual a informação é transmitida.  Esse ponto levanta questões de segurança tanto em casos de comunicação inter-médicos, como entre médicos e pacientes.

A informalidade sob a qual essa comunicação ocorre não está sujeita a nenhum padrão nacional (ou internacional) de regulamentação de segurança da informação na saúde.  E se tivermos uma situação onde uma imagem de um exame de natureza sensível é exposta a recipientes mal-intencionados?  Como responsabilizar o WhatsApp?  Como saber qual é a exposição efetiva?  São perguntas sem respostas.  E aínda temos o fator erro-humano: quem nunca enviou uma mensagem para alguém na vasta lista de contatos por engano?  Se o conteúdo em questão for uma mera mensagem informal, em tese não haverá problema; mas, e se o conteúdo for, por exemplo, o resultado de um exame laboratorial de um paciente?  De novo, a exposição pode ser alarmante.

O armazenamento e compartilhamento de prontuários online de pacientes são sujeitos às regras da SBIS (Sociedade Brasileira de Informática na Saúde) no país.  O Core, a plataforma da UTIL Healthcare atualmente em fase avançada de desenvolvimento, conta com uma estrutura formal de comunicação e mensageria, e atende aos requisitos NGS1 (Nível Geral de Segurança) da SBIS.  A confidencialidade e segurança são levados muito a sério pelos desenvolvedores da solução.

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E veja o post relacionado aqui.

Autor: UTIL Healthcare

m-Health startup

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