A EVOLUÇÃO DO PRONTUÁRIO ELETRÔNICO

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O que podemos aprender com o comportamento dos médicos nas redes sociais?

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O uso de redes sociais é uma realidade para a maioria da população online de hoje.  Só o Facebook, líder no quesito, tem 1,4 bilhões de usuários ativos no mundo.  Os médicos (e outros profissionais de saúde) não são exceção à essa tendência de uso de ferramentas sociais na internet, mas a natureza de suas profissões traz à tona algumas questões mais delicadas que precisam ser consideradas.

Culturalmente, o brasileiro tem uma imensa dificuldade em separar a sua vida profissional da pessoal, e isso inevitavelmente acaba tendo um reflexo direto no comportamento online das pessoas.  Os médicos brasileiros não são exceção à regra, mas devido à natureza da profissão e das questões que envolvem a ética de trabalho e confidencialidade dos pacientes, esse uso indiscriminado pode trazer sérias consequências.

Como no Brasil as redes exclusivas para médicos ainda não têm uma massa crítica de usuários, os profissionais acabam utilizando as redes sociais comuns para fins profissionais.  Quando se adicionam os fatores da necessidade de privacidade e da delicada interação com os pacientes via a rede social (seja essa interação pública ou particular), existe o potencial para a criação de um case jurídico para delinear direitos e deveres de cada um envolvido.  Para esse efeito, existe até um guia criado por uma rede social de médicos em conjunto com assessoria jurídica, que pode ser visto aqui.  Porém, os paralelos que podem ser traçados com o uso de um prontuário eletrônico são de maior interesse para essa discussão.

A necessidade de privacidade no uso de um prontuário eletrônico é patente.  Conforme a lei brasileira, o histórico médico de um paciente (prontuário) é de sua propriedade, e só pode ser compartilhado com sua expressa autorização (salvo casos onde exista uma ordem judicial para tal).  Sendo assim, como que os médicos podem achar o ponto de equilíbrio entre o estrito cumprimento da lei, e a necessidade de compartilhar o histórico médico de um paciente com outros especialistas (como, por exemplo, no caso de uma interconsulta) visando a resolução do aparente mal reportado?  Não há resposta fácil.

Você tem alguma experiência com isso?  Se sim, comente!

E veja o artigo original aqui.

Autor: UTIL Healthcare

m-Health startup

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